quarta-feira, 25 de abril de 2007

PRIMEIRO DE JANEIRO – AUTARCAS VISITAM AS AREIAS PARA ELABORAR PROPOSTAS DE INTERVENÇÃO

Antes da ordem do dia, os vereadores aprovaram duas propostas da CDU por unanimidade. Assim, vai ser constituída uma delegação com autarcas dos diferentes partidos para visitarem a zona das Areias, em Azevedo, Campanhã, e elaborarem no prazo de 60 dias um relatório que evidencie medidas de requalificação a realizar naquela zona e a autarquia comprometeu-se também a conduzir negociações com a STCP com vista à melhoria dos transportes na zona.
Adiada ficou a proposta também da CDU para que fosse aprovado o comprometimento da edilidade em não despejar os seus inquilinos do Centro Histórico a não ser que estes o desejassem. O presidente da autarquia, Rui Rio, considerou a sugestão irrealista, porque nomeadamente no âmbito da Sociedade de Reabilitação Urbana, quando é feita a requalificação de um quarteirão “não se pode deixar de arranjar um prédio só porque pertence à câmara”. “Pode haver circunstâncias em que não será possível não transferir pessoas para os bairros”, garantiu. A votação da proposta será feita depois de consensualizado o texto.Já no período da ordem do dia, os deputados aprovaram, com a abstenção da CDU, a alteração da postura sobre a permanência de animais perigosos nas habitações municipais que prevê agora o despejo para quem tiver aqueles animais. O executivo aprovou ainda por unanimidade as propostas de criação de atractivos para as pessoas se ligarem à rede de saneamento, de adjudicação a uma nova empresa do fornecimento de refeições escolares até ao final do ano, de atribuição de subsídios de Acção Social Escolar às sedes de Agrupamento Vertical e de isenção da Queima das Fitas de taxas municipais.

Primeiro de Janeiro - E.V.

domingo, 22 de abril de 2007

PRIMEIRO DE JANEIRO - Degradação, estacionamento e transportes em debate promovido pela CDU no “casco” de Gaia

Moradores apreensivos
Os ex-moradores do Centro Histórico de Gaia estão desejosos de regressar à zona ribeirinha. Contudo os habitantes que permanecem apontam várias dificuldades. Faltam transportes, estacionamento e habitações com condições de dignidade.
Lúcia Pereira/José Freitas (foto)
A falta de transportes públicos, as dificuldades de estacionamento, o anunciado corte de várias ruas ao trânsito e as más condições de habitação são os problemas que mais preocupam os habitantes do Centro Histórico de Vila Nova de Gaia. Ontem, um debate promovido pela CDU juntou residentes actuais e ex-moradores nas instalações dos Mareantes do Rio Douro. “Lembrem-se de nós”, apelou uma ex-moradora, realojada em Vila d’Este na sequência do incêndio que desalojou várias famílias na Rua Guilherme Gomes Fernandes, em Março de 1988. Um morador acrescentou que a construção da urbanização na Rua General Torres “já foi prometida no primeiro mandato de Luís Filipe Menezes. “As pessoas continuam a ser retiradas e alojadas em Vila d’Este e no Monte Grande, com promessas de um dia voltarem para o Centro Histórico, que nunca se concretizam”, afirmou a vereadora da CDU, Ilda Figueiredo, referindo que a degradação das habitações continua a agravar-se.Revolta pelo fim dos transportes em Cândido dos ReisAs pessoas que assistiram ao debate manifestaram também a sua revolta por a Rua Cândido dos Reis ter ficado sem transportes públicos. As dificuldades de estacionamento, o facto se ser pago 24 horas por dia e a possibilidade de se fechar ao trânsito várias artérias do Centro histórico foram outras preocupações manifestadas pelos moradores que intervieram no debate. Além de Ilda Figueiredo, integraram a mesa do debate Carlos Jorge Silva, eleito na Assembleia de Junta de Freguesia de Santa Marinha, o deputado municipal da CDU, Paulo Tavares, e a professora universitária Teresa Noronha. “Milhares de turistas deixam aqui milhões de euros que podiam ser rentabilizados para as pessoas que vivem cá”, sugeriu Teresa Noronha, confessando que “custa muito ver a forma como os centros históricos estão a ser tratados, manipulados e explorados”. A docente universitária apontou o caso da Ribeira do Porto que descreveu como “um lugar perigoso e deprimido”, para justificar a necessidade de se manterem as pessoas que vivem nos centros históricos. “É o património imaterial – a linguagem, os gestos a genealogia, as tradições e as pequenas histórias que dão identidade aos lugares”, disse.

http://www.oprimeirodejaneiro.pt/?op=artigo&sec=eccbc87e4b5ce2fe28308fd9f2a7baf3&subsec=&id=fefe468f42e8a2872809f6f61a381061

FALTA DE TRANSPORTES NA ZONA DAS AREIAS – PROPOSTA DA CDU NA CMP


Gentilmente enviado pela Organização da Cidade do Porto do PCP

domingo, 15 de abril de 2007

MANIFESTAÇÃO 21 DE ABRIL DE 2007

Dia 21 de Abril o MUT-AMP pede a DEMISSÃO do Concelho de Administração da STCP com a entrega de uma petição no Governo Civil do Porto.

quarta-feira, 11 de abril de 2007

PRIMEIRO DE JANEIRO – STCP ALTEROU PERCURSO DA LINHA 904

A Sociedade dos Transportes Colectivos do Porto (STCP) voltou a efectuar alterações à Nova Rede, cuja implementação ficou concluída no início do ano.
Desta vez a mudança foi operada no percurso e término da linha 904 para descongestionar a Rua Cândido dos Reis.Em comunicado, a empresa esclarece que desde ontem a linha 904 passa a efectuar o trajecto Cordoaria - Coimbrões, via Ponte do Infante. “O objectivo desta medida é descongestionar a Rua Cândido dos Reis já servida pela linha 900 com destino à trindade, indo assim ao encontro da solicitação da Câmara Municipal de Vila Nova de Gaia”, pode ler-se.
A STCP salienta que a alteração implicou mudar-se o percurso entre o edifício da autarquia e o centro do Porto que passa agora a realizar-se pela Avenida da república até ao Jardim do Morro, atravessando a Ponte do Infante e seguindo pela Batalha, Aliados e Trindade até à Cordoaria, local onde termina o percurso desta linha.
Antes a carreira tinha o seu término no Campo 24 de Agosto, mas o novo percurso “permite agora a ligação directa à Cordoaria, possibilitando o rebatimento no metro em diversos pontos da Avenida da República, em Vila Nova de Gaia, e também na Trindade e nos Aliados, na cidade do Porto”, afiança a empresa. A frequência e o tempo total do percurso da linha 904 mantêm-se inalterados, assim como o tarifário.
A STCP diz estar a distribuir um folheto nos autocarros desta carreira, onde apresenta o novo percurso e as soluções de tarifário mais económicas.

Primeiro de Janeiro - E.V.

terça-feira, 13 de março de 2007

LINHA 600

Exmos. Srs


Eu, Maria Rosa Azevedo do Novo, utilizadora desta linha, venho por este meio manifestar o meu apreço pelo trabalho desenvolvido pelo Movimento dos Utentes de Transportes e ao mesmo tempo ser solidário com a vossa luta pois, eu que também sou um dos utentes da Linha 600 e que me sinto prejudicado na maneira como os horários desta carreira estão a ser elaborados, assim como o não cumprimento de horários, bem como o facto de andar este carro superlotado, tornando impossível entrar nele e ficar imenso tempo à espera de outro.


Dirijo-me ao Movimento para me solidarizar com todas as vossas iniciativas de informação e luta para bem dos Utentes do Serviço de Transportes Públicos, entre outras coisas, sei que até ao dia 15 de Março os S.T.C.P. ficaram de dar uma resposta às reclamações apresentadas pelo Movimento. Espero que dessa reunião saíam proposta dos S.T.C.P. que satisfaçam as reivindicações do movimento.


Sem mais qualquer assunto de momento, bem-haja pelo trabalho que têm feito
Subscrevo enviando os meus respeitosos cumprimentos.

sexta-feira, 9 de março de 2007

SEM ACESSO



Dia 16 iremos alertar para as dificuldades dos cidadãos portadores de deficiencias, com as barreiras arquitectónicas existentes incluindo no acesso aos transportes públicos.

quarta-feira, 7 de março de 2007

RESPOSTA AO REQUERIMENTO DO PCP NA AR - INDEMNIZAÇÃO COMPENSATÓRIA À STCP

Gentilmente enviado pelos Deputados da AR do PCP

JORNALISMO PORTO NET - UTENTES EXIGEM DEMISSÃO DA ADMINISTRAÇÃO DA STCP

"É a única solução", diz Carlos Pinto, do Movimento de Utentes, que promoveu uma vigília pouco participada contra a reestruturação da rede de transportes.
O Movimento de Utentes dos Transportes da Área Metropolitana do Porto (MUT-AMP) exige a demissão da administração da a Sociedade de Transportes Colectivos do Porto (STCP), face às alterações insignificantes ao novo modelo implementado pela empresa no início do ano. A única solução é a demissão da administração da STCP, porque as alterações são insignificantes e não nos convencem, afirmou ao JPN Carlos Pinto, do MUT-AMP, que esteve presente numa nova vigília de protesto na Avenida dos Aliados contra a reestruturação da rede de autocarros.
Carlos Pinto acusa ainda a STCP de andar a enganar os utentes com os pequenos reajustamentos que tem vindo a fazer, tentando que isto caía no esquecimento. As críticas estendem-se ainda ao ministro das Obras Públicas e dos Transportes, Mário Lino, por não se ter ainda pronunciado sobre a nova rede de transportes, apesar dos abaixo-assinados enviados pelo MUT-AMP.
O movimento está a elaborar um caderno reivindicativo que vai fazer chegar ao Ministério das Obras Públicas e dos Transportes, à administração da STCP e à Câmara do Porto.
Vigília pouco participada
Não eram mais de quinze os manifestantes que se deslocaram à Avenida dos Aliados depositar um vaso com flores em sinal de protesto pela arrogância do poder político. Os utentes queixam-se sobretudo da supressão ou da diminuição de algumas linhas que alteraram o seu quotidiano, assim como da necessidade de fazer mais transbordos, aumentando, desta forma, os custos das viagens.
É o caso de Maria de Araújo, que se sente muito prejudicada com a extinção das linhas entre Monte dos Burgos e a Maia e Matosinhos. Temos que apanhar dois autocarros e no transbordo ainda tenho que andar a pé uns bons 100 metros, lamenta a senhora, que se deslocou de propósito à Baixa para dar voz à luta.
Ainda a discreta manifestação não tinha começado, mas Guilherme Henriques já colocava o seu vaso do protesto. Vive em Vila Nova de Gaia, vem bastantes vezes ao Hospital de S. João, mas a vida ficou mais complicada com a diminuição da frequência de autocarros. E o metro? Para Guilherme Henriques é caro e não dá jeito.
O objectivo da STCP em potenciar a intermodalidade entre os transportes da cidade, nomeadamente o metro, não consegue satisfazer as necessidades de todos os clientes. A extensão é mínima e, além disso, existe uma grande percentagem de utentes que não se consegue adaptar ao metro, nomeadamente os idosos e os deficientes, porque algumas estações não têm boas condições de acessibilidade, explicou ao JPN Norberto Alves, coordenador do MUT-AMP.
http://jpn.icicom.up.pt/2007/03/07/utentes_exigem_demissao_da_administracao_da_stcp.html

HUMANIZAÇÃO DO ESPAÇO CENTRAL DA AV. DOS ALIADOS

Hoje, às 17h30, vamos colocar vasos de flores no pé da estátua dos "Meninos" na Av. dos Aliados como contributo para a humanização ambiental daquele espaço nobre da Cidade do Porto e como mensagem de desagrado pela insensibilidade da STCP em corresponder aos justos anseios da população por melhores e mais adequados transportes públicos.
O Movimento de Utentes dos Transportes da Área Metropolitana do Porto apela à participação e ao contributo de todos para que o objectivo seja conseguido.
Em anexo exemplares de bandeiras para serem espetadas nos vasos de flores com as mensagens do descontentamento da população.


terça-feira, 6 de março de 2007

JORNALISMO PORTO NET – PORTO: UTENTES DA STCP VOLTAM AOS PROTESTOS

Alteração ao modelo de transportes da STCP é motivo para novas acções de luta do Movimento de Utentes dos Transportes. Depois de algum tempo sem protestos contra as alterações na rede da Sociedade de Transportes Colectivos do Porto (STCP), o Movimento de Utentes dos Transportes da Área Metropolitana do Porto (MUT-AMP) agendou para esta semana duas acções de luta contra as mudanças implementadas a 1 de Janeiro. Para terça-feira, às 17h30, o MUT-AMP apelou à concentração dos portuenses na Avenida dos Aliados, onde será depositado um ramo de flores como protesto pelo transtorno causado aos utentes. Na quinta-feira, o movimento organiza uma acção de rua junto ao Teatro Rivoli para sensibilizar as entidades responsáveis para os problemas que os cidadãos deficientes têm de contornar para se deslocarem, que, diz o MUT-AMP, foram agudizados com as alterações feitas pela STCP. A nova rede levou ao "aumento de circulação de autocarros articulados, mais antigos, que ainda possuem degraus à entrada”, já que as rampas à porta dos autocarros só foram introduzidas há relativamente pouco tempo, exemplifica o coordenador do MUT, Norberto Alves. "Arrogância" do poder político A "extinção dos transbordos e o regresso das ligações directas” voltam a estar no centro dos protestos. A reestruturação da STCP, ao acabar com algumas ligações directas, “obriga os utentes a utilizar dois ou três autocarros para efectuar percursos que, anteriormente, só exigiam um veículo”. Por outro lado, os transbordos causam frequentemente atrasos aos utilizadores. Norberto Alves aponta outras queixas dos utentes: o facto de a STCP não ter avisado atempadamente os clientes do serviço de transportes, o que se reflectiu em alguma desorientação, bem como “a deslocação de algum mobiliário urbano, que fez com que muitas paragens ficassem em locais sujeitos a condições meteorológicas adversas”. O MUT-AMP acusa as entidades políticas de “arrogância” e de falta de diálogo com as populações. Argumenta ainda que cabia ao poder político pressionar a entrada em funções da Autoridade Metropolitana de Transportes do Porto antes da implementação da nova rede da STCP.

http://jpn.icicom.up.pt/2007/03/06/porto_utentes_da_stcp_voltam_aos_protestos.html

segunda-feira, 5 de março de 2007

VASO NOS MENINOS DA AV. DOS ALIADOS



Dia 7 de Março de 2007, pelas 17h30!


O MUT-AMP, vai promover uma vigília, contra o novo modelo da STCP. Numa acção simbólica apelamos a todos os Portuenses que junto a estatuta da "menina" na Av. Aliados depositem um vaso com flores em sinal de protestos pela arrogância do poder politico. Esta acção também vai contribuir para o não esquecimento da nossa saudosa Av. dos Aliados! Participe, contribua para o desenvolvimento do País!


quinta-feira, 22 de fevereiro de 2007

PRIMEIRO DE JANEIRO - MUT-MAIA PROMOVE VIGILIA

O Movimento de Utentes da Maia (MUTM) continua a sua luta pela reposição das antigas linhas da Sociedade de Transportes Colectivos do Porto (STCP). Ontem o movimento voltou à Rotunda do Lavrador, organizando uma vigilância a favor da retoma das linhas directas entre a Maia e o Porto. “Recuse o medo e a arrogância da STCP” foi o lema da acção que voltou a juntar naquele local diversos utentes, insatisfeitos com as consequências da introdução da nova rede da transportadora. A comissão de utentes maiatos é hoje recebida na Torre das Antas para uma reunião com a STCP.

http://www.oprimeirodejaneiro.pt/?op=artigo&sec=11c484ea9305ea4c7bb6b2e6d570d466&subsec=&id=0533b86119b2f6902b0f21721ac12a06

quarta-feira, 21 de fevereiro de 2007

PRIMEIRO DE JANEIRO – DESFILE DE CARNAVAL

Enquanto as máscaras disfarçavam ontem, nos Aliados, o sorriso por falta, na festa de Carnaval portuense, do desfile do Entrudo, um outro desfile, improvisado, tomou conta do cenário. Um conjunto de protestantes contra a nova linha de transportes da STCP aproveitou o momento, para mais uma vez, dar voz às suas vontades. “Somos utentes, não clientes”, lia-se num dos cartazes levantados pelos protestantes, que desta vez, vestiram-se à época e com máscaras. “Como rei sou levado nesta besta”, anunciava outro cartaz.
André Dias, do movimento dos utentes de Rio Tinto, confessou que “foi mais uma iniciativa para mostrar a preocupação com o rumo da rede”.

Primeiro de Janeiro - José Freitas

http://www.oprimeirodejaneiro.pt/?op=artigo&sec=eccbc87e4b5ce2fe28308fd9f2a7baf3&subsec=&id=1283d9f907243586801695851776af9d