
quinta-feira, 20 de dezembro de 2007
segunda-feira, 10 de dezembro de 2007
COMÉRCIO JUSTO
O Que é o Comércio Justo?
O Comércio Justo e Solidário é “uma parceria comercial baseada no diálogo, transparência e respeito. Contribui para o desenvolvimento sustentável oferecendo melhores condições de comércio tendo em conta os direitos dos produtores e trabalhadores marginalizados, especialmente no Sul do mundo.”
(definição FINE)
Princípios do Comércio Justo
1. O respeito e a preocupação pelas pessoas e ambiente, colocando as pessoas acima do lucro (“people before profit”);
2. A criação de meios e oportunidades para os produtores melhorarem as suas condições de vida e de trabalho, incluindo o pagamento de um preço justo (um preço que cubra os custos de um rendimento aceitável, da protecção ambiental e da segurança económica);
3. Abertura e transparência quanto à estrutura das organizações e todos os aspectos da sua actividade, e informação mútua entre todos os intervenientes na cadeia comercial sobre os seus produtos e métodos de comercialização;
4. Envolvimento dos produtores, voluntários e empregados nas tomadas de decisão que os afectam;
5. A protecção dos direitos humanos, nomeadamente os das mulheres, crianças e povos indígenas;
6. A consciencialização para a situação das mulheres e dos homens enquanto produtores e comerciantes, e a promoção da igualdade de oportunidades;
7. A promoção da sustentabilidade através do estabelecimento de relações comerciais estáveis de longo prazo;
8. A educação e a participação em campanhas de sensibilização;
9. A produção tão completa quanto possível dos produtos comercializados no país de origem.
Para uma informação mais detalhada visite o site:
http://www.reviravolta.comercio-justo.org/
O Comércio Justo e Solidário é “uma parceria comercial baseada no diálogo, transparência e respeito. Contribui para o desenvolvimento sustentável oferecendo melhores condições de comércio tendo em conta os direitos dos produtores e trabalhadores marginalizados, especialmente no Sul do mundo.”
(definição FINE)
Princípios do Comércio Justo
1. O respeito e a preocupação pelas pessoas e ambiente, colocando as pessoas acima do lucro (“people before profit”);
2. A criação de meios e oportunidades para os produtores melhorarem as suas condições de vida e de trabalho, incluindo o pagamento de um preço justo (um preço que cubra os custos de um rendimento aceitável, da protecção ambiental e da segurança económica);
3. Abertura e transparência quanto à estrutura das organizações e todos os aspectos da sua actividade, e informação mútua entre todos os intervenientes na cadeia comercial sobre os seus produtos e métodos de comercialização;
4. Envolvimento dos produtores, voluntários e empregados nas tomadas de decisão que os afectam;
5. A protecção dos direitos humanos, nomeadamente os das mulheres, crianças e povos indígenas;
6. A consciencialização para a situação das mulheres e dos homens enquanto produtores e comerciantes, e a promoção da igualdade de oportunidades;
7. A promoção da sustentabilidade através do estabelecimento de relações comerciais estáveis de longo prazo;
8. A educação e a participação em campanhas de sensibilização;
9. A produção tão completa quanto possível dos produtos comercializados no país de origem.
Para uma informação mais detalhada visite o site:
http://www.reviravolta.comercio-justo.org/
sábado, 8 de dezembro de 2007
sexta-feira, 7 de dezembro de 2007
A CARGA DA BRIGADA LIGEIRA - PEÇA FACTURA
Olá a todos,
Enviaram para o nosso e-mail o link de uma excelente intervenção sobre as finanças de Portugal.
http://acargadabrigadaligeira.blogspot.com/2007/10/pea-factura.html
"Agente Único" com recibo foi uma das nossas iniciativas onde exigiamos o cumprimento da lei de forma igual para todos.
Enviaram para o nosso e-mail o link de uma excelente intervenção sobre as finanças de Portugal.
http://acargadabrigadaligeira.blogspot.com/2007/10/pea-factura.html
"Agente Único" com recibo foi uma das nossas iniciativas onde exigiamos o cumprimento da lei de forma igual para todos.
quarta-feira, 5 de dezembro de 2007
GRUPO PARLAMENTAR “OS VERDES” APRESENTOU UM CONJUNTO DE ADITAMENTOS À PROPOSTA DE PIDDAC PARA 2008
Foi nos gentilmente enviada a informação das propostas de aditamentos ao PIDDAC 2008 apresentadas pelo Grupo Parlamentar "Os Verdes" relativamente à nossa região sobre a temática da mobilidade.
Assim sendo transcrevemos o e-mail recebido.
"Exmos(as). Senhores(as),
Serve a presente para informar V. Exa que o Grupo Parlamentar “Os Verdes” apresentou um conjunto de aditamentos à proposta de PIDDAC para 2008, de que destacamos:
· Construção do primeiro troço de uma ciclovia ao longo da Estrada da Circunvalação;
· Prolongamento da linha do metro ligeiro até Vila D’Este;
· Remodelação das estações ferroviárias de Marco de Canavezes e de Livração na linha do Douro;
· Reactivação do tráfego de passageiros na linha de Leixões;
· Reactivação do funcionamento da estação ferroviária de Amarante;
· Recuperação e modernização das estações e apeadeiros da linha do Tâmega;
· Construção de variante à linha ferroviária do Minho na cidade da Trofa;
· Extensão da linha ferroviária sub-urbana Porto-Caíde até Marco de Canavezes.
Sem mais de momento, subscrevemo-nos com consideração,
Os Deputados do Grupo Parlamentar “Os Verdes”
Heloísa Apolónia
Francisco Madeira Lopes"
Saudámos todos aqueles que apresentam soluções para os problemas dos cidadãos e criticamos os que viram as costas a quem lhes permitem estar na governação deste País.
Assim sendo transcrevemos o e-mail recebido.
"Exmos(as). Senhores(as),
Serve a presente para informar V. Exa que o Grupo Parlamentar “Os Verdes” apresentou um conjunto de aditamentos à proposta de PIDDAC para 2008, de que destacamos:
· Construção do primeiro troço de uma ciclovia ao longo da Estrada da Circunvalação;
· Prolongamento da linha do metro ligeiro até Vila D’Este;
· Remodelação das estações ferroviárias de Marco de Canavezes e de Livração na linha do Douro;
· Reactivação do tráfego de passageiros na linha de Leixões;
· Reactivação do funcionamento da estação ferroviária de Amarante;
· Recuperação e modernização das estações e apeadeiros da linha do Tâmega;
· Construção de variante à linha ferroviária do Minho na cidade da Trofa;
· Extensão da linha ferroviária sub-urbana Porto-Caíde até Marco de Canavezes.
Sem mais de momento, subscrevemo-nos com consideração,
Os Deputados do Grupo Parlamentar “Os Verdes”
Heloísa Apolónia
Francisco Madeira Lopes"
Saudámos todos aqueles que apresentam soluções para os problemas dos cidadãos e criticamos os que viram as costas a quem lhes permitem estar na governação deste País.
quarta-feira, 28 de novembro de 2007
MATOSINHOS HOJE - RAMPA DE ACESSO AO HOSPITAL PEDRO HISPANO - PROBLEMA DE DIFÍCIL SOLUÇÃO
Rampa de acesso ao Hospital Pedro Hispano
Problema de difícil solução
Utentes queixam-se da elevada inclinação da rampa de acesso ao Hospital Pedro Hispano. ULS diz que solução não é fácil.
O problema não é de agora, mas afecta sobretudo os idosos com mais dificuldade em subir a rampa de acesso ao Hospital Pedro Hispano. Apesar da proximidade dos transportes públicos (STCP, Resende e metro), na realidade, quem não tem automóvel tem mesmo de fazer o percurso a pé, desde a paragem à entrada do Hospital.
Tal como o “Matosinhos Hoje” verificou, subir aquela rampa de canadianas ou mesmo de cadeira de rodas não é tarefa fácil. O Hospital Pedro Hispano foi inaugurado a 20 de Março de 1997 pela então ministra da saúde, Maria de Belém. Todavia, a sua construção teve início cinco anos antes e nessa altura, segundo o actual presidente do Conselho de Administração da Unidade Local de Saúde de Matosinhos, não havia uma “sensibilização” para estas questões.
Segundo Nuno Morujão, “houve sempre uma preocupação, por reconhecermos que o acesso era inadequado às pessoas com deficiência e idosos”. Para minorar as dificuldades, foi colocado um corrimão em toda a rampa, os passeios foram alargados e foram instalados no lado direito (de quem sobe) dois locais cobertos com bancos. “Esta foi a forma encontrada para as pessoas não terem que fazer a subida de uma vez só e à chuva. Antigamente, não era possível chegar de automóvel e sair mesmo à entrada do hospital. Agora já se pode entrar sem apanhar chuva. Não é a situação ideal, mas melhorou muito”, afirma.
Quanto a alternativas, Nuno Morujão considera que o problema não é “insolúvel”, mas difícil. Há dois anos começou a estudar-se a possibilidade de ser criado um tapete rolante coberto. Todavia, os elevados custos de investimento e manutenção tornaram esta alternativa demasiado complexa.
Chegou também a ser equacionada a construção de um túnel, desde a rua até ao hospital. Uma solução que não se concretizou pela sua grande complexidade e orçamento.
De acordo com Nuno Morujão, houve ainda a proposta de autorizar a entrada de autocarros, mas “não tomamos uma posição sobre isso”.
Por entender que seria difícil fazer manobras com veículos de grande dimensão naquele local, decidiu pedir um estudo técnico sobre esta matéria.
O presidente da ULS considera ainda que as próprias colocações de paragens acabariam por interferir no tráfego de ambulâncias e outros veículos de emergência, tendo em conta que, diariamente, cerca de 400 pessoas acorrem ao serviço de urgência. “Há boa intenção, mas é preciso ter consciência da realidade”, explica. Todas as hipóteses em cima da mesa “não estão completamente de parte”, mas carecem de mais estudos e de mais tempo.
Quanto às queixas relativas ao pagamento do parque de estacionamento, o médico recorda que os primeiros dez minutos são gratuitos. Nuno Morujão diz ainda que não são os quem têm carro e dinheiro para gasolina que o preocupam, mas sim os que têm de recorrer aos transportes públicos para aceder ao hospital. “O parque não é uma fonte importante de rendimento do hospital, mas, por exemplo, foi com o dinheiro do parque que suportamos as pequenas obras nos acessos”, conclui.
Inqueritos
Mário Leite - 62 anos, Reformado
“Tenho que vir aqui ao hospital acompanhar a minha esposa, pelo menos, uma vez por mês. Venho sempre a pé. É muito cansativo. A rampa é muito pesada. Se fossem dois ou três lanços, agora um...Ainda por cima só tem um banco para nos sentarmos. Era bom que resolvessem esta situação para os peões”.
Domingos Pereira - 77 anos, Reformado
“Venho aqui muitas vezes porque a minha mulher esteve internada nove semanas e agora vem para as consultas. Ela não quase não pode andar. Como não pode subir esta rampa de canadianas, a minha filha têm que vir de carro até aqui”.
Fernando Coelho - 59 anos, Motorista
“Tenho de vir ao hospital duas vezes por dia por causa do meu pai que está aqui internado. Apesar de vir de carro, tenho que subir a rampa a pé. O parque de estacionamento do hospital é muito caro e, por isso, deixo o carro no parque do metro, onde não se paga. Depois de subir esta rampa, chego cá cima atrapalhado. É muito inclinada. Não vejo solução, a não ser que ponham um elevador”.
Elisete Correia - 70 anos, Reformada“Venho muitas vezes aqui, ou para consultas ou para visitas. Venho de autocarro e depois subo a rampa a pé. Como fui operada ao coração, custa-me muito subir. Quando chego lá cima parece que vou desmaiar. Procuro vir sempre com alguém para me ajudar a subir. Às vezes, tenho que me agarrar à grade e esperar que passe esta dor no peito. Isto não tem jeito nenhum. É pena, porque é um hospital muito bom”.
http://www.matosinhoshoje.com/index.asp?idEdicao=338&id=16604&idSeccao=2821&Action=noticia
http://www.matosinhoshoje.com/index.asp?idEdicao=338&id=16604&idSeccao=2821&Action=noticia
segunda-feira, 26 de novembro de 2007
JORNAL PÚBLICO - GRUPO DE 28 MUNICÍPIOS QUER O COMBOIO EM BARCA DE ALVA
Grupo de 28 municípios quer o comboio em Barca de Alva
Jornal Público
26.11.2007, Abel Coentrão
Pela primeira vez, todas as câmaras ribeirinhas do Douro assumem a defesa conjunta da reabertura do troço Pocinho-Barca de Alva
A Câmara Municipal de Figueira de Castelo Rodrigo deixou de estar sozinha com os seus vizinhos da raia espanhola na defesa do regresso do comboio a Barca de Alva. Fundado no Marco de Canaveses, um movimento alargado de 28 autarquias vai lutar pela reactivação do troço de 28 quilómetros da Linha do Douro entre o Pocinho e aquela estação fronteiriça.Desde o litoral ao interior, os municípios ribeirinhos consideram imprescindível para o desenvolvimento da região a reactivação daquela "porta" para Espanha e para a Europa. Pelo menos para fins turísticos.
A abertura de um sítio na Internet com uma petição on line e a realização de uma convenção em Figueira de Castelo Rodrigo, a 9 de Dezembro, data em que se assinalam os 120 anos da chegada do comboio àquela estação fronteiriça, serão, para já, os marcos mais visíveis da acção deste lobby regional, que pretende convidar para o evento a Refer, dona da linha, académicos e personalidades que têm defendido o regresso das locomotivas, operadores turísticos e outros agentes económicos, membros do Governo português e autoridades políticas de Castela e Leão e da província de Salamanca.
Os espanhóis ponderam reabrir o troço espanhol entre Boadilla e La Fregeneda, junto à ponte internacional do rio Águeda, atitude que motiva os portugueses a tentar convencer o Ministério das Obras Públicas, Transportes e Comunicaçõers a aproveitar o embalo e a religar o Douro ao centro de Espanha e à Europa.
Do Governo pretendem apenas que dê a ordem política para que o projecto avance. Num estudo deste ano, o especialista em caminho-de-ferro Manuel Margarido Tão defendia que os 15 milhões de euros necessários para reabrir a linha (ver texto nesta página) poderiam ser conseguidos através de uma candidatura luso-espanhola a fundos do programa Interreg. A economia, que, dados os prejuízos da linha, foi a justificação para o encerramento daquele troço, é, 20 anos depois, recuperada como argumento de sentido inverso para a reactivação da ferrovia. Como explicaram ao PÚBLICO António Coutinho e Manuel Moreira, presidentes da Assembleia e da Câmara Municipal do Marco, a possibilidade de captar turismo espanhol a partir desta ligação não pode ser desprezada, pelo que o grupo acredita que não seria dificil encontrar uma parceria público-privada entre autarquias e agentes económicos para exploração deste negócio.
António Edmundo, presidente da Câmara de Figueira de Castelo Rodrigo, lembra o desenvolvimento do tráfego aéreo de low-cost em Valladolid e Salamanca, que coloca milhares de potenciais visitantes a uma hora de distância do Douro. Com uma ligação ferroviária por algumas das mais belas paisagens da região, o próprio Douro Vinhateiro e o Parque Arqueológico do Côa, ambos classificados pela UNESCO, "só ficariam a ganhar", nota o autarca, avisando que, se nada for feito, sem cais para barcos e sem comboio, o Museu do Côa se poderá transformar num "elefante branco".
"Não estamos a exigir nada de mais. Apenas a reposição de uma ligação à Europa que nos foi dada no século XIX e cuja porta se fechou em 1988, curiosamente, pouco depois de Portugal ter aderido à União Europeia", lembra Monteiro da Rocha, membro eleito da Assembleia Municipal do Marco de Canaveses que, no mandato anterior, quando presidia a este órgão, deu o mote para o que se torna agora num movimento regional. O seu sucessor e impulsionador deste lobby, António Coutinho, considera que esta é também uma questão de coesão territorial. "O projecto beneficiaria todos, desde o Porto até à fronteira. A marca Porto-Douro é uma mais-valia que tem que ser melhor explorada", alerta o empresário, secundado pelo autarca da raia, que assinala a actual pobreza do interior da região, apesar do reconhecimento mundial alcançado pelo património local.
"Quinze milhões é uma gota de água nos 21 mil milhões do QREN [pacote de fundos europeus para 2007-2013], mas ajuda a matar a nossa sede de desenvolvimento", argumenta António Edmundo, que ganhou novo alento nesta batalha com duas décadas, agora que recebeu o apoio dos seus homólogos das margens do Douro. "Isto não é uma utopia. É uma vontade racional, que merece ser apoiada", insiste o autarca de Figueira de Castelo Rodrigo.
sexta-feira, 23 de novembro de 2007
quarta-feira, 21 de novembro de 2007
FERVE - PETIÇÃO À ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA
Petição à Assembleia da República
O FERVE - Fartos/as d'Estes Recibos Verdes promove um abaixo-assinado, para apresentação à Assembleia da República.
Apelamos a todos/as quantos/as se identifiquem com esta causa para queassinem esta petição!De modo a não inviabilizar assinaturas solicitamos que:
1) façam o download do documento da petição;
2) imprimam o documento, frente e verso, sem efectuar qualquer alteração;
3) assinem a petição apenas uma vez;
4) preencham os campos todos (assinatura, número do Bilhete deIdentidade e nome completo legível).I
MPORTANTE:
- A petição tem que ser impressa obrigatoriamente numa folha frente e verso, tal como o documento em anexo.- Não são válidas as assinaturas recolhidas em folhas soltas, folhassó com linhas, etc...
- O texto da petição tem que estar presente em todas as folhas assinadas!
Tenham 1 ou 100 assinaturas, enviem-nas, por favor, até 3 de Dezembro,para o seguinte endereço:
Petição FERVE
Apartado 7049
E. C. Augusto Luso
4051-909 Porto
Obrigada a todos/as e contamos convosco!
terça-feira, 20 de novembro de 2007
GREVE NA STCP
A STCP enviou hoje aos Órgãos de Comunicação Social a informação no que diz respeito à GREVE na Empresa.
Lamentavelmente o MUT-AMP consultando vários cidadãos constatou de que a informação da GREVE não terá sido bem divulgado deixando assim os Utentes desinformados sobre esta justa acção dos Trabalhadores.
A Luta é convergente:
Os Trabalhadores reclamam medidas de gestão que salvaguardem o futuro da Empresa com os ajustamentos necessários à mobilidade dos Utentes da Área Metropolitana do Porto, o serviço Social que deve prestar às populações, garantindo os direitos e interesses dos Trabalhadores.
Os Utentes reclamam por Transportes adequados aos seus interesses e necessidades adequados à nova realidade laboral, um serviço social e transportes de qualidade

Lamentavelmente o MUT-AMP consultando vários cidadãos constatou de que a informação da GREVE não terá sido bem divulgado deixando assim os Utentes desinformados sobre esta justa acção dos Trabalhadores.
A Luta é convergente:
Os Trabalhadores reclamam medidas de gestão que salvaguardem o futuro da Empresa com os ajustamentos necessários à mobilidade dos Utentes da Área Metropolitana do Porto, o serviço Social que deve prestar às populações, garantindo os direitos e interesses dos Trabalhadores.
Os Utentes reclamam por Transportes adequados aos seus interesses e necessidades adequados à nova realidade laboral, um serviço social e transportes de qualidade

sábado, 17 de novembro de 2007
MUSP - COMISSÃO DINAMIZADORA E GRUPO PERMANENTE - 7º ENCONTRO NACIONAL DAS COMISSÕES E ASSOCIAÇÕES DE UTENTES DOS SERVIÇOS PÚBLICOS

Foi com muito agrado que o MUT-AMP aceitou o convite de fazer parte da Comissão Dinamizadora do MUSP, pois a troca de experiências entre todos os Movimentos constituídos no MUSP será com certeza valiosa para o trabalho que todos nós realizamos em prol da melhoria da qualidade dos transportes da AMP.
A luta é de todos e para todos!!!
Sem ti a força é menor, contigo faremos a maioria não silenciosa.
Vamos convergir as nossas lutas numa só,
quinta-feira, 15 de novembro de 2007
quarta-feira, 14 de novembro de 2007
terça-feira, 13 de novembro de 2007
BREVEMENTE ACTUALIZADO
Olá a todos,
Devido a várias dificuldades de coordenar o tempo para a actualização deste sempre útil blog, com as mais recentes noticias de toda a nossa actividade e da contra-actividade dos responsáveis pelo serviço e direito de mobilidade de todos nós, o MUT-AMP assume ser o mais breve possível na actualização do blog para a vossa consulta e o vosso importante contributo nas opiniões expressas.
Saudamos a todos os resistentes pela luta de um Transporte Público e de Qualidade para todos os Cidadãos.
MUT-AMP
Devido a várias dificuldades de coordenar o tempo para a actualização deste sempre útil blog, com as mais recentes noticias de toda a nossa actividade e da contra-actividade dos responsáveis pelo serviço e direito de mobilidade de todos nós, o MUT-AMP assume ser o mais breve possível na actualização do blog para a vossa consulta e o vosso importante contributo nas opiniões expressas.
Saudamos a todos os resistentes pela luta de um Transporte Público e de Qualidade para todos os Cidadãos.
MUT-AMP
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