quinta-feira, 28 de maio de 2009

Movimento de Utentes dos Transportes Área Metropolitana do Porto

MUTG – MOVIMENTO DOS UTENTES DOS TRANSPORTES DE GAIA



CONVOCATÓRIA

Convocam-se todos os interessados para uma reunião na E B 2/3 de Vila D’Este, no próximo dia 29 de Maio de 2009 (Sexta-feira)
às 21,30 Horas.

ORDEM DE TRABALHOS

1 – Análise da situação sobre o suprimento das carreiras 900 e 905
2 – Medidas a tomar

Nota – Se está interessado – Participe – NÃO FALTE
A Organização

MUT-GAIA / MUT-AMP
Vila Nova Gaia 21 de Maio de 2009

segunda-feira, 11 de maio de 2009

Multa nos Transportes Públicos

O Movimento de Utentes dos Transportes da Área Metropolitana do Porto dá conhecimento do texto da carta enviada à Senhora Governadora Civil do Porto e solicita a sua divulgação.
Exma. Senhora Governadora Civil do Distrito do Porto Assunto: Multas nos transportes públicos (Metro ligeiro) O Movimento de Utentes dos Transportes da Área Metropolitana do Porto (MUT-AMP), solicita a atenção de V. Exa. para os procedimentos na aplicação de multas no Metro ligeiro, que os utentes nos têm feito chegar e que, em nosso entender, não respeitam o clausulado da Lei n.º 28/2006 de 4 de Julho. Acesso ao cais de embarque:1) não estão devidamente referenciadas as zonas limitadoras de acesso que informem o utente sobre a área de acesso livre sem obrigatoriedade de validação do título de transporte. Pessoas têm sido multadas quando apenas pretendiam aguardar a chegada de passageiros;2) nas estações com loja do Andante no seu interior, o utente é forçado a transitar no interior da zona de validação, e fica sujeito a multa, quando apenas pretende carregar o passe ou o título de transporte;3) nas estações de superfície o utente é forçado a transitar no interior da zona de validação, e fica sujeito a multa, quando apenas pretende aceder à informação afixada nas máquinas de venda de títulos de viagem ou carregar o título de viagem; Outras inadequações:1) os agentes de fiscalização devem pertencer aos quadros da empresa concessionária de transportes colectivos de passageiros devidamente ajuramentados e credenciados. Estará V. Exa. informada sobre o cumprimento, pela empresa concessionária e pelos agentes fiscalizadores do Metro ligeiro, do artigo 5.º, n.º 1 e n.º 2 da Lei acima referida?2) tem V. Exa. conhecimento de que a viagem entre o Hospital de S. João e Vila do Conde tem custo diferente quando feita num ou no outro sentido?3) quando uma viagem demora mais que o previsto, devido a paralisação das composições por falta de corrente ou de avaria, podendo a demora ser superior a uma hora, onde os passageiros poderão satisfazer as suas necessidades fisiológicas?4) estando V. Exa. instituída nas funções de responsável distrital da protecção civil, tem conhecimento que as pessoas podem ser multadas quando, na busca de segurança, atravessam pelo interior da estação do Metro ligeiro, de um para o outro lado na Avenida dos Aliados ou em outras estações subterrâneas? Na expectativa de ter exercido um acto de cidadania e enquanto aguardamos resposta às questões apresentadas, endereçamos a V. Exa. os melhores cumprimentos, Porto, 22 de Abril de 2009 Movimento de Utentes da Área Metropolitana do Porto Com conhecimento aos órgãos de soberania e à comunicação social

Artigo de Opinião

O MUT-AMP dá conhecimento a V. Exas. do artigo de opinião publicado no jornal AUDIÊNCIA e solicita a sua divulgação.

Tentativas de intimidação ou repressão?

Três activistas do Movimento de Utentes dos Transportes da Área Metropolitana do Porto (MUT-AMP), constituídos arguidos e condenados em julgamento efectuado no Tribunal do Bolhão.

Penso ser mais ou menos conhecida a situação de três activistas do Movimento de Utentes dos Transportes da Área Metropolitana do Porto (MUT-AMP), constituídos arguidos e condenados em julgamento efectuado no Tribunal do Bolhão, acusados de perturbação da ordem pública, distribuição de propaganda ilegal e desobediência qualificada.
No entanto, conhecendo alguns dos trâmites deste processo e não podendo ficar indiferente em relação ao mesmo, julgo ser do mais elementar sentido de solidariedade para com os referidos activistas, trazer a público alguns pormenores talvez menos conhecidos, mas nem por isso de somenos importância e que configuram, no meu entender, uma clara tentativa de intimidação e de limitação da liberdade de pensamento e expressão, impensáveis no Portugal pós 25 de Abril.
Os três jovens e, talvez por o serem, foram escolhidos a dedo para «servirem de exemplo», é minha convicção, nesta deriva securitária e persecutória que parece querer instalar-se no nosso país, em relação àqueles que não perfilham as ideias do poder instalado, poder esse que, tentando controlar as cada vez mais numerosas ondas de protestos contra a sua governação penalizadora para a esmagadora maioria dos portugueses, tenta por uma via perigosa e repressiva de consequências imprevisíveis suster essas ondas. È que estes três activistas cometeram o «pecado» de ordeira e pacificamente e de boa fé caminharem pelos passeios, desde a Praça da Liberdade até à sede do Governo Civil, com outros populares em protesto e com o objectivo de entregarem à Sr.ª Governadora Civil do Porto uma carta, que recebeu, onde eram expostos os sentimentos e as razões duma grande maioria dos utentes dos transportes que se consideram profundamente lesados com as alterações à rede viária efectuadas pela Administração da STCP que as «baptizou» de Nova Rede. Alguns ajustamentos foram até posteriormente efectuados neste plano, dando razão às justas reclamações dos utentes que continuam determinados em continuar a exigir outras necessárias correcções à Nova Rede e um serviço público de transportes digno ede qualidade. Foram aprovadas moções de solidariedade na Assembleia Municipal e Assembleias de Juntas de Freguesia, o Comércio local também se solidarizou e a própria Igreja seguiu este exemplo.
O Tribunal não conseguiu provar nenhuma das três acusações atrás referidas, pelo que o delegado do Ministério Público nas alegações finais pediu uma «admoestação» para os activistas, não vislumbrando qualquer outra pena dado que efectivamente não existia matéria para tal. O próprio comandante da força policial que acompanhou a marcha declarou que a mesma decorreu ordeiramente e sem percalços. Não foi esse no entanto o entendimento de quem presidiu ao Tribunal e que optou pela condenação, ainda por cima de carácter pecuniário, sabendo de antemão das dificuldades económicas dos três jovens. Não conheço obviamente as íntimas razões subjacentes a esta decisão, mas tenho, isso sim, conhecimento de outros casos na ordem do dia de perseguição a activistas sindicais, a professores e até a uma jovem com filiação partidária, situações estas que, no seu conjunto, deixam um «rasto» de mau estar no pleno e livre exercício da cidadania. Não se compreende que num País, onde se lamenta a falta de participação cívica por parte dos cidadãos, se leve a tribunal os que ordeiramente protestam e se indignam quando verificam a violação dos seus direitos. Ouvimos dizer, já com uma certa frequência, que a Justiça está em crise, pois sãodo conhecimento geral «incompreensíveis desfechos» de alguns julgamentos mais ou menos mediáticos. No entanto e para que decisões como estas não empobreçam a democracia ou até possam fazer «escola», não devemos baixar os braços, como sugere o mais alto magistrado da Nação, mas sim contribuirmos para melhorar o nosso sistema judicial dignificando todos os que nele trabalham ao serviço da população portuguesa. Os advogados destes três jovens já recorreram da sentença e por este meio manifesto a todos publicamente a minha solidariedade e apoio na expectativa de que finalmente seja feita Justiça.

quinta-feira, 17 de julho de 2008

Nota à Comunicação Social

Aumento do preço dos bilhetes nos transportes públicos de passageiros

O Movimento de Utentes dos Transportes da Área Metropolitana do Porto
manifesta o seu desagrado e repúdio pelo aumento dos preços das
viagens nos transportes públicos, verificado no dia 1 de Julho de
2008, por considerar não existirem razões objectivas que fundamentem
esta decisão do Governo.
Não se compreende o porquê do aumento dos preços nos transportes
públicos da Área Metropolitana do Porto (STCP, Metro e CP) atendendo a
que, o aumento dos combustíveis não influi de forma imediata nas
fontes de energia que os mesmos utilizam.
E tanto mais incompreensível é o agravamento dos preços dos bilhetes
dos transportes públicos quanto, numa situação como a que hoje
defrontamos de aumentos significativos dos preços dos bens essenciais
e duma inflação que a CE indica ser superior a 5%, o mesmo Governo,
condescendente com o aumento dos preços dos bens e serviços, não tem
mostrado disponibilidade para proceder a aumentos intercalares nos
salários e nas pensões.
Incompreensível é também o facto de o Governo ter atendido as
pretensões das empresas de transportes públicos de passageiros e nunca
ter mostrado disponibilidade para atender as reivindicações dos
utentes sobre os transbordos criados pela Nova Rede da STCP, sobre o
emaranhado de zonas tarifárias que deviam dar lugar ao sistema simples
de zonas por "coroa", sobre o sistema de bilhética de cartões pagos
pelo utilizador, sobre as viagens serem mais caras no Porto do que em
Lisboa, sobre a falta de transportes à noite e fins de semana, sobre
as dificuldades de utilização do sistema de transportes pelas pessoas
idosas que foram empurradas para a situação de "prisão domiciliária"
sem direito à mobilidade, sobre a falta de resposta às reclamações dos
utentes, etc., etc.
Também nos aumentos dos preços dos transportes públicos o Governo
favoreceu as empresas em prejuízo dos utentes, isto é, o elo mais
fraco, o qual, no entanto, aprenderá a lição e será o mais forte e
exigente na hora de colocar a cruz no boletim de voto.

MUT-AMP
Movimento de Utentes dos Transportes da Área Metropolitana do Porto

terça-feira, 17 de junho de 2008

MUT-AMP APOIA O BUZINÃO


Está agendado pra hoje à tarde um buzinão de protesto contra os aumentos de preços dos combustiveis.

O buzinão será - ao contrário da marcha lenta que invadiu o porto no dia 24 de Maio - um protesto descentralizado, pois será simultâneo em todo o país.




BUZINE! CONTRA A ANUNCIADA INTENÇÃO DO GOVERNO DE IMPLEMENTAR PORTAGENS NAS SCUT'S DO NORTE LITORAL.

ABAIXO OS AUMENTOS DE PREÇOS DOS PRODUTOS PETROLIFEROS!
NÃO AO AUMENTO DO CUSTO DE VIDA!


HOJE APARTIR DAS 18.00 NUM QUALQUER PONTO DO PAIS!

BUZINE ONDE ESTIVER!

domingo, 1 de junho de 2008

(MUT-AMP) APOIA O MOVIMENTO CONTRA AS PORTAGENS NAS SCUT

MOVIMENTO DOS UTENTES DOS TRANSPORTES DA ÁREA METROPOLITANA DO PORTO


O MUT-AMP expressa a sua compreensão e a sua solidariedade com o
movimento contra as portagens nas SCUT que vai realizar uma marcha no
próximo dia 24 (sábado, à tarde), que partindo de várias localidades
da Zona Norte terá como destino à Avenida dos Aliados, na cidade do
Porto.

O MUT-AMP entende esta acção no quadro da defesa de um direito
fundamental: o direito à mobilidade. Os activistas do MUT-AMP vão
estar presentes na acção do dia 24 de Maio testemunhando assim a sua
intenção de prosseguir activos e solidários na defesa de direitos
cívicos essenciais.

O MUT-AMP não desiste de se afirmar que é um movimento vocacionado
para a defesa da circulação das pessoas, denuncia os sucessivos e
continuados aumentos dos preços dos combustíveis que forçosamente irão
ter efeitos muito prejudiciais nos preços de transportes, bens e
serviços essenciais e, por isso, brevemente irá tomará uma posição com
expressão pública contra aqueles aumentos.

Cumprimentos.

O MUT-AMP

terça-feira, 18 de março de 2008

Assembleia Pública

Transportes públicos de passageiros na
Freguesia da Sra. da Hora
e no Concelho de Matosinhos

Com o Metro de Superfície pretendeu-se substituir o comboio da linha da Póvoa e na da Sra. da Hora criou-se um interface da Linha Azul até Matosinhos, da Linha Vermelha até à Póvoa de Varzim, da Linha Verde até à Maia e da linha Lilás até ao Aeroporto. A Estação do Metro da Sra. da Hora carece de infra-estruras adequadas à importância e ao número de passageiros que movimenta. Para que esta Estação sirva os utentes com qualidade e dignidade, propomos:
• Estação com cobertura total idêntica à da Estação do Aeroporto;
• Parques de estacionamento de automóveis em quantidade ajustada ao número de utentes;
• Sanitários públicos de acesso gratuito;
• Linhas de autocarros da STCP que liguem a Sra. da Hora às freguesias do Concelho de Matosinhos, à Maia, a Gondomar e ao Porto;
• Inclusão da Sra. da Hora na 1.ª coroa tarifária cujas fronteiras seriam entre a Fonte do Cuco e Vila Nova de Gaia;
• Sistema de bilhética simplificado com os movimentos e demais Informação visível para o utente;

O MUT-AMP convida a população a participar num Debate sobre transportes públicos de passageiros, a realizar no dia 18 de Março de 2008, pelas 21h30, na Sede da Junta de Freguesia da Sra. da Hora

segunda-feira, 10 de dezembro de 2007

COMÉRCIO JUSTO

O Que é o Comércio Justo?


O Comércio Justo e Solidário é “uma parceria comercial baseada no diálogo, transparência e respeito. Contribui para o desenvolvimento sustentável oferecendo melhores condições de comércio tendo em conta os direitos dos produtores e trabalhadores marginalizados, especialmente no Sul do mundo.”
(definição FINE)

Princípios do Comércio Justo

1. O respeito e a preocupação pelas pessoas e ambiente, colocando as pessoas acima do lucro (“people before profit”);
2. A criação de meios e oportunidades para os produtores melhorarem as suas condições de vida e de trabalho, incluindo o pagamento de um preço justo (um preço que cubra os custos de um rendimento aceitável, da protecção ambiental e da segurança económica);
3. Abertura e transparência quanto à estrutura das organizações e todos os aspectos da sua actividade, e informação mútua entre todos os intervenientes na cadeia comercial sobre os seus produtos e métodos de comercialização;
4. Envolvimento dos produtores, voluntários e empregados nas tomadas de decisão que os afectam;
5. A protecção dos direitos humanos, nomeadamente os das mulheres, crianças e povos indígenas;
6. A consciencialização para a situação das mulheres e dos homens enquanto produtores e comerciantes, e a promoção da igualdade de oportunidades;
7. A promoção da sustentabilidade através do estabelecimento de relações comerciais estáveis de longo prazo;
8. A educação e a participação em campanhas de sensibilização;
9. A produção tão completa quanto possível dos produtos comercializados no país de origem.

Para uma informação mais detalhada visite o site:
http://www.reviravolta.comercio-justo.org/

sexta-feira, 7 de dezembro de 2007

A CARGA DA BRIGADA LIGEIRA - PEÇA FACTURA

Olá a todos,

Enviaram para o nosso e-mail o link de uma excelente intervenção sobre as finanças de Portugal.


http://acargadabrigadaligeira.blogspot.com/2007/10/pea-factura.html

"Agente Único" com recibo foi uma das nossas iniciativas onde exigiamos o cumprimento da lei de forma igual para todos.

quarta-feira, 5 de dezembro de 2007

GRUPO PARLAMENTAR “OS VERDES” APRESENTOU UM CONJUNTO DE ADITAMENTOS À PROPOSTA DE PIDDAC PARA 2008

Foi nos gentilmente enviada a informação das propostas de aditamentos ao PIDDAC 2008 apresentadas pelo Grupo Parlamentar "Os Verdes" relativamente à nossa região sobre a temática da mobilidade.
Assim sendo transcrevemos o e-mail recebido.

"Exmos(as). Senhores(as),

Serve a presente para informar V. Exa que o Grupo Parlamentar “Os Verdes” apresentou um conjunto de aditamentos à proposta de PIDDAC para 2008, de que destacamos:


· Construção do primeiro troço de uma ciclovia ao longo da Estrada da Circunvalação;
· Prolongamento da linha do metro ligeiro até Vila D’Este;
· Remodelação das estações ferroviárias de Marco de Canavezes e de Livração na linha do Douro;
· Reactivação do tráfego de passageiros na linha de Leixões;
· Reactivação do funcionamento da estação ferroviária de Amarante;
· Recuperação e modernização das estações e apeadeiros da linha do Tâmega;
· Construção de variante à linha ferroviária do Minho na cidade da Trofa;
· Extensão da linha ferroviária sub-urbana Porto-Caíde até Marco de Canavezes.

Sem mais de momento, subscrevemo-nos com consideração,

Os Deputados do Grupo Parlamentar “Os Verdes”

Heloísa Apolónia
Francisco Madeira Lopes"


Saudámos todos aqueles que apresentam soluções para os problemas dos cidadãos e criticamos os que viram as costas a quem lhes permitem estar na governação deste País.

quarta-feira, 28 de novembro de 2007

MATOSINHOS HOJE - RAMPA DE ACESSO AO HOSPITAL PEDRO HISPANO - PROBLEMA DE DIFÍCIL SOLUÇÃO


Rampa de acesso ao Hospital Pedro Hispano
Problema de difícil solução
Utentes queixam-se da elevada inclinação da rampa de acesso ao Hospital Pedro Hispano. ULS diz que solução não é fácil.
O problema não é de agora, mas afecta sobretudo os idosos com mais dificuldade em subir a rampa de acesso ao Hospital Pedro Hispano. Apesar da proximidade dos transportes públicos (STCP, Resende e metro), na realidade, quem não tem automóvel tem mesmo de fazer o percurso a pé, desde a paragem à entrada do Hospital.
Tal como o “Matosinhos Hoje” verificou, subir aquela rampa de canadianas ou mesmo de cadeira de rodas não é tarefa fácil. O Hospital Pedro Hispano foi inaugurado a 20 de Março de 1997 pela então ministra da saúde, Maria de Belém. Todavia, a sua construção teve início cinco anos antes e nessa altura, segundo o actual presidente do Conselho de Administração da Unidade Local de Saúde de Matosinhos, não havia uma “sensibilização” para estas questões.
Segundo Nuno Morujão, “houve sempre uma preocupação, por reconhecermos que o acesso era inadequado às pessoas com deficiência e idosos”. Para minorar as dificuldades, foi colocado um corrimão em toda a rampa, os passeios foram alargados e foram instalados no lado direito (de quem sobe) dois locais cobertos com bancos. “Esta foi a forma encontrada para as pessoas não terem que fazer a subida de uma vez só e à chuva. Antigamente, não era possível chegar de automóvel e sair mesmo à entrada do hospital. Agora já se pode entrar sem apanhar chuva. Não é a situação ideal, mas melhorou muito”, afirma.
Quanto a alternativas, Nuno Morujão considera que o problema não é “insolúvel”, mas difícil. Há dois anos começou a estudar-se a possibilidade de ser criado um tapete rolante coberto. Todavia, os elevados custos de investimento e manutenção tornaram esta alternativa demasiado complexa.
Chegou também a ser equacionada a construção de um túnel, desde a rua até ao hospital. Uma solução que não se concretizou pela sua grande complexidade e orçamento.
De acordo com Nuno Morujão, houve ainda a proposta de autorizar a entrada de autocarros, mas “não tomamos uma posição sobre isso”.
Por entender que seria difícil fazer manobras com veículos de grande dimensão naquele local, decidiu pedir um estudo técnico sobre esta matéria.
O presidente da ULS considera ainda que as próprias colocações de paragens acabariam por interferir no tráfego de ambulâncias e outros veículos de emergência, tendo em conta que, diariamente, cerca de 400 pessoas acorrem ao serviço de urgência. “Há boa intenção, mas é preciso ter consciência da realidade”, explica. Todas as hipóteses em cima da mesa “não estão completamente de parte”, mas carecem de mais estudos e de mais tempo.
Quanto às queixas relativas ao pagamento do parque de estacionamento, o médico recorda que os primeiros dez minutos são gratuitos. Nuno Morujão diz ainda que não são os quem têm carro e dinheiro para gasolina que o preocupam, mas sim os que têm de recorrer aos transportes públicos para aceder ao hospital. “O parque não é uma fonte importante de rendimento do hospital, mas, por exemplo, foi com o dinheiro do parque que suportamos as pequenas obras nos acessos”, conclui.

Inqueritos
Mário Leite - 62 anos, Reformado
“Tenho que vir aqui ao hospital acompanhar a minha es­posa, pelo menos, uma vez por mês. Venho sempre a pé. É muito cansativo. A rampa é muito pesada. Se fossem dois ou três lanços, agora um...Ainda por cima só tem um banco para nos sentarmos. Era bom que resolvessem esta situação para os peões”.
Domingos Pereira - 77 anos, Reformado
“Venho aqui muitas vezes porque a minha mulher esteve internada nove semanas e agora vem para as consul­tas. Ela não qua­­se não pode an­dar. Como não pode subir esta ram­pa de canadianas, a minha filha têm que vir de carro até aqui”.
Fernando Coelho - 59 anos, Motorista
“Tenho de vir ao hos­pital duas ve­zes por dia por cau­sa do meu pai que está aqui internado. Apesar de vir de carro, tenho que subir a rampa a pé. O parque de estacionamento do hospital é mui­to caro e, por isso, deixo o carro no parque do metro, onde não se paga. Depois de subir esta rampa, chego cá cima atrapalhado. É muito inclinada. Não vejo solução, a não ser que ponham um elevador”.
Elisete Correia - 70 anos, Reformada“Venho muitas ve­zes aqui, ou para consultas ou para visitas. Venho de autocarro e depois subo a rampa a pé. Como fui operada ao coração, custa-me muito su­bir. Quando che­go lá cima parece que vou desmaiar. Procuro vir sempre com alguém para me ajudar a subir. Às vezes, tenho que me agarrar à grade e esperar que passe esta dor no peito. Isto não tem jeito nenhum. É pena, porque é um hospital muito bom”.


http://www.matosinhoshoje.com/index.asp?idEdicao=338&id=16604&idSeccao=2821&Action=noticia

segunda-feira, 26 de novembro de 2007

JORNAL PÚBLICO - GRUPO DE 28 MUNICÍPIOS QUER O COMBOIO EM BARCA DE ALVA

Grupo de 28 municípios quer o comboio em Barca de Alva

Jornal Público
26.11.2007, Abel Coentrão

Pela primeira vez, todas as câmaras ribeirinhas do Douro assumem a defesa conjunta da reabertura do troço Pocinho-Barca de Alva
A Câmara Municipal de Figueira de Castelo Rodrigo deixou de estar sozinha com os seus vizinhos da raia espanhola na defesa do regresso do comboio a Barca de Alva. Fundado no Marco de Canaveses, um movimento alargado de 28 autarquias vai lutar pela reactivação do troço de 28 quilómetros da Linha do Douro entre o Pocinho e aquela estação fronteiriça.Desde o litoral ao interior, os municípios ribeirinhos consideram imprescindível para o desenvolvimento da região a reactivação daquela "porta" para Espanha e para a Europa. Pelo menos para fins turísticos.
A abertura de um sítio na Internet com uma petição on line e a realização de uma convenção em Figueira de Castelo Rodrigo, a 9 de Dezembro, data em que se assinalam os 120 anos da chegada do comboio àquela estação fronteiriça, serão, para já, os marcos mais visíveis da acção deste lobby regional, que pretende convidar para o evento a Refer, dona da linha, académicos e personalidades que têm defendido o regresso das locomotivas, operadores turísticos e outros agentes económicos, membros do Governo português e autoridades políticas de Castela e Leão e da província de Salamanca.
Os espanhóis ponderam reabrir o troço espanhol entre Boadilla e La Fregeneda, junto à ponte internacional do rio Águeda, atitude que motiva os portugueses a tentar convencer o Ministério das Obras Públicas, Transportes e Comunicaçõers a aproveitar o embalo e a religar o Douro ao centro de Espanha e à Europa.
Do Governo pretendem apenas que dê a ordem política para que o projecto avance. Num estudo deste ano, o especialista em caminho-de-ferro Manuel Margarido Tão defendia que os 15 milhões de euros necessários para reabrir a linha (ver texto nesta página) poderiam ser conseguidos através de uma candidatura luso-espanhola a fundos do programa Interreg. A economia, que, dados os prejuízos da linha, foi a justificação para o encerramento daquele troço, é, 20 anos depois, recuperada como argumento de sentido inverso para a reactivação da ferrovia. Como explicaram ao PÚBLICO António Coutinho e Manuel Moreira, presidentes da Assembleia e da Câmara Municipal do Marco, a possibilidade de captar turismo espanhol a partir desta ligação não pode ser desprezada, pelo que o grupo acredita que não seria dificil encontrar uma parceria público-privada entre autarquias e agentes económicos para exploração deste negócio.
António Edmundo, presidente da Câmara de Figueira de Castelo Rodrigo, lembra o desenvolvimento do tráfego aéreo de low-cost em Valladolid e Salamanca, que coloca milhares de potenciais visitantes a uma hora de distância do Douro. Com uma ligação ferroviária por algumas das mais belas paisagens da região, o próprio Douro Vinhateiro e o Parque Arqueológico do Côa, ambos classificados pela UNESCO, "só ficariam a ganhar", nota o autarca, avisando que, se nada for feito, sem cais para barcos e sem comboio, o Museu do Côa se poderá transformar num "elefante branco".
"Não estamos a exigir nada de mais. Apenas a reposição de uma ligação à Europa que nos foi dada no século XIX e cuja porta se fechou em 1988, curiosamente, pouco depois de Portugal ter aderido à União Europeia", lembra Monteiro da Rocha, membro eleito da Assembleia Municipal do Marco de Canaveses que, no mandato anterior, quando presidia a este órgão, deu o mote para o que se torna agora num movimento regional. O seu sucessor e impulsionador deste lobby, António Coutinho, considera que esta é também uma questão de coesão territorial. "O projecto beneficiaria todos, desde o Porto até à fronteira. A marca Porto-Douro é uma mais-valia que tem que ser melhor explorada", alerta o empresário, secundado pelo autarca da raia, que assinala a actual pobreza do interior da região, apesar do reconhecimento mundial alcançado pelo património local.
"Quinze milhões é uma gota de água nos 21 mil milhões do QREN [pacote de fundos europeus para 2007-2013], mas ajuda a matar a nossa sede de desenvolvimento", argumenta António Edmundo, que ganhou novo alento nesta batalha com duas décadas, agora que recebeu o apoio dos seus homólogos das margens do Douro. "Isto não é uma utopia. É uma vontade racional, que merece ser apoiada", insiste o autarca de Figueira de Castelo Rodrigo.

quarta-feira, 21 de novembro de 2007

FERVE - PETIÇÃO À ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA

Petição à Assembleia da República
O FERVE - Fartos/as d'Estes Recibos Verdes promove um abaixo-assinado, para apresentação à Assembleia da República.
Apelamos a todos/as quantos/as se identifiquem com esta causa para queassinem esta petição!De modo a não inviabilizar assinaturas solicitamos que:
1) façam o download do documento da petição;
2) imprimam o documento, frente e verso, sem efectuar qualquer alteração;
3) assinem a petição apenas uma vez;
4) preencham os campos todos (assinatura, número do Bilhete deIdentidade e nome completo legível).I
MPORTANTE:
- A petição tem que ser impressa obrigatoriamente numa folha frente e verso, tal como o documento em anexo.- Não são válidas as assinaturas recolhidas em folhas soltas, folhassó com linhas, etc...
- O texto da petição tem que estar presente em todas as folhas assinadas!
Tenham 1 ou 100 assinaturas, enviem-nas, por favor, até 3 de Dezembro,para o seguinte endereço:
Petição FERVE
Apartado 7049
E. C. Augusto Luso
4051-909 Porto
Obrigada a todos/as e contamos convosco!

terça-feira, 20 de novembro de 2007

INFORMAÇÃO DO SINDICATO NACIONAL DOS MOTORISTAS


GREVE NA STCP

A STCP enviou hoje aos Órgãos de Comunicação Social a informação no que diz respeito à GREVE na Empresa.
Lamentavelmente o MUT-AMP consultando vários cidadãos constatou de que a informação da GREVE não terá sido bem divulgado deixando assim os Utentes desinformados sobre esta justa acção dos Trabalhadores.

A Luta é convergente:

Os Trabalhadores reclamam medidas de gestão que salvaguardem o futuro da Empresa com os ajustamentos necessários à mobilidade dos Utentes da Área Metropolitana do Porto, o serviço Social que deve prestar às populações, garantindo os direitos e interesses dos Trabalhadores.

Os Utentes reclamam por Transportes adequados aos seus interesses e necessidades adequados à nova realidade laboral, um serviço social e transportes de qualidade




sábado, 17 de novembro de 2007

MUSP - COMISSÃO DINAMIZADORA E GRUPO PERMANENTE - 7º ENCONTRO NACIONAL DAS COMISSÕES E ASSOCIAÇÕES DE UTENTES DOS SERVIÇOS PÚBLICOS



Foi com muito agrado que o MUT-AMP aceitou o convite de fazer parte da Comissão Dinamizadora do MUSP, pois a troca de experiências entre todos os Movimentos constituídos no MUSP será com certeza valiosa para o trabalho que todos nós realizamos em prol da melhoria da qualidade dos transportes da AMP.



A luta é de todos e para todos!!!



Sem ti a força é menor, contigo faremos a maioria não silenciosa.



Vamos convergir as nossas lutas numa só,