segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Erros graves do TIP

Boa noite,

aproveito para contar em primeira mão dois episódios recentes onde espelha a má gestão do sistema de bilhetes electrónicos (Andante).

Na aquisição de um cartão andante com um titulo de viagem Z3 na estação de Matosinhos, deparo-me com o insólito. Depois de solicitar o pedido e verificar o valor de pagamento na máquina na 1,75€, recebo nada mais-nada-menos que uma nota de crédito do mesmo valor e o troco de 0,25€ de dois euros utilizado para aquisição da viagem e do cartão, ridículo. Ao principio ri-me depois não achei muita graça.

Na segunda situação, deparei-me com o facto de ao efectuar um transbordo em São Mamede de Infesta, após ter saído do 600 e tencionava apanhar o 61 para Aguas Santas o limite do cartão expirou, ultrapassando a 1hora, mas este período foi ultrapassado pelo simples facto de estar a espera mais de 30 minutos pelo autocarro, e quando passou estava cheio, levando a um período de mais 15 minutos a espera. Ao entrar numa camioneta 107 (com protocolo do andante) que passava no local onde pretendia ir, e apressadamente explicando o sucedido ao referido senhor motorista, ele de aspecto marcial, exclamou friamente - Têm que pagar bilhete! feitas as contas este percurso ficou por 2,25€, um roubo na minha opinião.

Estas situações foram apresentadas no livro de reclamação e vai proceder de aspecto legal, fico aguardar.
Norberto Alves

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Auditoria do Tribunal de Contas

Se deseja saber mais sobre o projecto do Metro e algumas curiosidades sobre este processo, deixamos neste espaço a leitura do documento. O principal objectivo é perceber se foram atribuídos prémios de produtividade aos gestores, e compreender os rácios utilizados para a atribuição dos mesmos, na medida que a Metro do Porto não foi uma empresa com lucro.

http://www.tcontas.pt/pt/actos/rel_auditoria/2010/audit-dgtc-rel012-2010-2s.pdf

Cump.
MUT-AMP

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

O que pensa dos aumentos nos transportes públicos?

Boa tarde,

já lá vai algum tempo é verdade, mas como o tempo está em contante movimento, acreditamos que este interregno permite abraçar a causa com outra força e determinação. Para dar inicio ao ano de 2011 na área dos transportes públicos, colocamos a seguinte questão?

Concorda com o aumento dos preços nos transportes públicos em 2011?

Se, concorda diga porquê, se não concorda, explique o seu ponto de vista.

Aguardamos comentários e sugestões.

Atenciosamente

MUT - AMP

sexta-feira, 12 de junho de 2009

ENCONTRO MOVIMENTOS/ASSOCIAÇÕES de INTERVENÇÃO SOCIAL /CÍVICA
PELAS LIBERDADES E GARANTIAS


13 de Junho de 2009, sábado, das 15.00 às 19.30 h.
SALÃO NOBRE DA JUNTA DE FREGUESIA DA VITÓRIA
MAPA
http://maps.google.com/maps?f=q&source=s_q&hl=en&geocode=&q=junta+freguesia&sll=41.149698,-8.615245&sspn=0.003627,0.006802&ie=UTF8&radius=0.18&rq=1&ll=41.149351,-8.615835&spn=0.003619,0.006802&z=17

OBJECTIVOS:

  1. Dar a conhecer à opinião pública as várias iniciativas , movimentações e lutas em curso e as suas justas razões

  2. Intercambiar experiências

  3. Fazer o ponto da situação relativamente aos diversos movimentos e iniciativas

PROGRAMA PROPOSTO:

15.00 h.-Breve apresentação movimentos/associações organizadores e presentes.
16.00h.-Comunicações sobre a situação actual, objectivos e dificuldades dos vários movimentos/associações/iniciativas .
17.45 h.-Intervalo de 10 minutos
18.00 h.- Assembleia aberta (com lista de intervenções do público pela ordem de inscrição)
18.45 h.- Propostas de medidas a tomar. (pontos de vista entre as várias iniciativas, contactos, etc.)
19.20 h.- Encerramento e saudações finais!

Organização desta iniciativa:
MUT/AMP TERRA VIVA!AES
Movim. Utentes dos Transportes e Assoc. de Ecologia Social
Área Metropolitana do Porto http://terraviva.weblog.com.pt
www.mut-amp.blogspot.com
Contactos: 91 5627162 Norberto Alves e Paiva 96 7694816

sábado, 6 de junho de 2009

STCP em Vila D´Este - Vila Nova Gaia


Moção

Considerando que a urbanização de Vila D’Este com 17 mil habitantes bem como todos os habitantes da Freguesia de Vilar de Andorinho podem ficar sem linhas da STCP, pelo motivo de estarmos perante uma tentativa de um operador privado em fazer-se substituir á mesma na exploração de parte das linhas 900 e 905.
Considerando que a remodelação da STCP a carreira que havia para a Boavista desapareceu, passando a ficar as actuais na baixa do Porto – 900 Trindade e 905 Bolhão.
Considerando que com a STCP os carros têm rampas para carros de deficientes e há possibilidade de movimentação de carrinhos de bebé, coisa que com o privado não é possível.
Considerando que a empresa privada não tem condições, as carreiras são antigas, são mais caros os bilhetes, há menos horários e não há carreira nocturna.
Considerando que durante algum tempo e por algumas vezes a operadora privada não assegurou a regularidade das carreiras, funcionou conforme a sua disponibilidade e o público alvo, o que não acontece com os STCP.
Considerando que ao confirmar-se o afastamento da STCP, significa um desconforto para a população, já que terão que fazer transbordo, ficando privadas de transporte público para o Cemitério e a Junta de Freguesia, além de um agravamento dos custos para os utentes nos títulos de transporte naquele percurso. É sabido que a STCP pratica tarifários sociais e por tal, benéficos para as populações bem como a intermodalidade com a Metro do Porto.
Considerando que se trata de uma área particularmente sensível da A.M.P., sendo uma área densamente povoada, para além de lá se localizar o Hospital Eduardo Santos Silva, o Centro de Produção do Norte da RTP duas EB 2/3 e outros equipamentos públicos que diariamente, milhares de utentes frequentam, utilizando como meio de transporte principal a STCP.
Assim, o MUTG e o MUT-AMP reunidos a 30 de Maio de 2009, com a população considera que as razões de conforto para os utentes e as de natureza económica e social dos tarifários mais favoráveis da STCP, a defesa do direito constitucional de mobilidade, justificam que a Secretaria de Estado dos Transportes, se empenhe na salvaguarda da manutenção da STCP, como operador de tais linhas bem como pela necessidade de haver uma autoridade metropolitana de transportes na Área Metropolitana do Porto.

A ser aprovada será enviada para:

Presidente da República
Presidente da Assembleia da República e Grupos Parlamentares
Presidente da Câmara Municipal de Gaia
Presidente da Assembleia Municipal de Gaia e Grupos Parlamentares
Junta de Freguesia de Vilar Andorinho
Assembleia de Freguesia de Vilar Andorinho e Grupos Parlamentares
IMTT – Instituto da Mobilidade e dos Transportes Terrestes
Administração STCP
Comunicação Social
N.B
Esta moção foi aprovada por unanimidade pela Assembleia Pública.

terça-feira, 2 de junho de 2009

(I)Legalidades do Metro do Porto


Lei n.o 28/2006 de 4 de Julho

Aprova o regime sancionatório aplicável às transgressões ocorridas
em matéria de transportes colectivos de passageiros

Artigo 2.o

Utilização do sistema de transporte

1—A utilização do sistema de transporte colectivo de passageiros pode ser feita apenas por quem detém um título de transporte válido.
2—Para efeitos do disposto no número anterior, a utilização inicia-se no momento em que o passageiro:
a) Transpõe as portas de entrada dos comboios, autocarros, troleicarros e carros eléctricos;
b) Entra no cais de embarque para os barcos ou no cais de acesso das estações de comboios, nos casos em que esse acesso é limitado, e do metropolitano ou metro ligeiro, subsistindo enquanto não ultrapassa os respectivos canais de saída.
3—Os canais de acesso e de saída são delimitados pela linha definida pelos validadores existentes no átrio das estações ou por dispositivos fixos destinados a controlar as entradas e saídas ou ainda por qualquer tipo de sinalética própria para o efeito.
4—Sempre que a venda do título de transporte não estiver assegurada nos cais de embarque ou de acesso, o passageiro deve efectuar a sua compra em trânsito.
5—O disposto no número anterior não é aplicável ao transporte de passageiros por metropolitano ou metro ligeiro.
----------------------------------------------- xx ----------------------------------------------
N.B.
O MUT-AMP solicitou ao Governo Civil do Porto, informações relativas ao ponto 3 do Dec-lei, e sobre o facto de os "seguranças da empresa privada", que exercem serviço de fiscalização, estarem ou não, dentro da legalidade. O decreto-lei em questão obriga a que os referênciados funcionários estejam registados e ajuramentados pelo Governo Civil do Porto.
Até a data ainda não recebemos resposta.
No entanto, salientamos o facto, de a Metro do Porto, após o nosso pedido de informação, introduzirem na zona dos validadores as respectivas sinaléticas em falta. Fica em falta os placares de informação ao utente fora das áreas das limitações dos validadores.

quinta-feira, 28 de maio de 2009

Movimento de Utentes dos Transportes Área Metropolitana do Porto

MUTG – MOVIMENTO DOS UTENTES DOS TRANSPORTES DE GAIA



CONVOCATÓRIA

Convocam-se todos os interessados para uma reunião na E B 2/3 de Vila D’Este, no próximo dia 29 de Maio de 2009 (Sexta-feira)
às 21,30 Horas.

ORDEM DE TRABALHOS

1 – Análise da situação sobre o suprimento das carreiras 900 e 905
2 – Medidas a tomar

Nota – Se está interessado – Participe – NÃO FALTE
A Organização

MUT-GAIA / MUT-AMP
Vila Nova Gaia 21 de Maio de 2009

segunda-feira, 11 de maio de 2009

Multa nos Transportes Públicos

O Movimento de Utentes dos Transportes da Área Metropolitana do Porto dá conhecimento do texto da carta enviada à Senhora Governadora Civil do Porto e solicita a sua divulgação.
Exma. Senhora Governadora Civil do Distrito do Porto Assunto: Multas nos transportes públicos (Metro ligeiro) O Movimento de Utentes dos Transportes da Área Metropolitana do Porto (MUT-AMP), solicita a atenção de V. Exa. para os procedimentos na aplicação de multas no Metro ligeiro, que os utentes nos têm feito chegar e que, em nosso entender, não respeitam o clausulado da Lei n.º 28/2006 de 4 de Julho. Acesso ao cais de embarque:1) não estão devidamente referenciadas as zonas limitadoras de acesso que informem o utente sobre a área de acesso livre sem obrigatoriedade de validação do título de transporte. Pessoas têm sido multadas quando apenas pretendiam aguardar a chegada de passageiros;2) nas estações com loja do Andante no seu interior, o utente é forçado a transitar no interior da zona de validação, e fica sujeito a multa, quando apenas pretende carregar o passe ou o título de transporte;3) nas estações de superfície o utente é forçado a transitar no interior da zona de validação, e fica sujeito a multa, quando apenas pretende aceder à informação afixada nas máquinas de venda de títulos de viagem ou carregar o título de viagem; Outras inadequações:1) os agentes de fiscalização devem pertencer aos quadros da empresa concessionária de transportes colectivos de passageiros devidamente ajuramentados e credenciados. Estará V. Exa. informada sobre o cumprimento, pela empresa concessionária e pelos agentes fiscalizadores do Metro ligeiro, do artigo 5.º, n.º 1 e n.º 2 da Lei acima referida?2) tem V. Exa. conhecimento de que a viagem entre o Hospital de S. João e Vila do Conde tem custo diferente quando feita num ou no outro sentido?3) quando uma viagem demora mais que o previsto, devido a paralisação das composições por falta de corrente ou de avaria, podendo a demora ser superior a uma hora, onde os passageiros poderão satisfazer as suas necessidades fisiológicas?4) estando V. Exa. instituída nas funções de responsável distrital da protecção civil, tem conhecimento que as pessoas podem ser multadas quando, na busca de segurança, atravessam pelo interior da estação do Metro ligeiro, de um para o outro lado na Avenida dos Aliados ou em outras estações subterrâneas? Na expectativa de ter exercido um acto de cidadania e enquanto aguardamos resposta às questões apresentadas, endereçamos a V. Exa. os melhores cumprimentos, Porto, 22 de Abril de 2009 Movimento de Utentes da Área Metropolitana do Porto Com conhecimento aos órgãos de soberania e à comunicação social

Artigo de Opinião

O MUT-AMP dá conhecimento a V. Exas. do artigo de opinião publicado no jornal AUDIÊNCIA e solicita a sua divulgação.

Tentativas de intimidação ou repressão?

Três activistas do Movimento de Utentes dos Transportes da Área Metropolitana do Porto (MUT-AMP), constituídos arguidos e condenados em julgamento efectuado no Tribunal do Bolhão.

Penso ser mais ou menos conhecida a situação de três activistas do Movimento de Utentes dos Transportes da Área Metropolitana do Porto (MUT-AMP), constituídos arguidos e condenados em julgamento efectuado no Tribunal do Bolhão, acusados de perturbação da ordem pública, distribuição de propaganda ilegal e desobediência qualificada.
No entanto, conhecendo alguns dos trâmites deste processo e não podendo ficar indiferente em relação ao mesmo, julgo ser do mais elementar sentido de solidariedade para com os referidos activistas, trazer a público alguns pormenores talvez menos conhecidos, mas nem por isso de somenos importância e que configuram, no meu entender, uma clara tentativa de intimidação e de limitação da liberdade de pensamento e expressão, impensáveis no Portugal pós 25 de Abril.
Os três jovens e, talvez por o serem, foram escolhidos a dedo para «servirem de exemplo», é minha convicção, nesta deriva securitária e persecutória que parece querer instalar-se no nosso país, em relação àqueles que não perfilham as ideias do poder instalado, poder esse que, tentando controlar as cada vez mais numerosas ondas de protestos contra a sua governação penalizadora para a esmagadora maioria dos portugueses, tenta por uma via perigosa e repressiva de consequências imprevisíveis suster essas ondas. È que estes três activistas cometeram o «pecado» de ordeira e pacificamente e de boa fé caminharem pelos passeios, desde a Praça da Liberdade até à sede do Governo Civil, com outros populares em protesto e com o objectivo de entregarem à Sr.ª Governadora Civil do Porto uma carta, que recebeu, onde eram expostos os sentimentos e as razões duma grande maioria dos utentes dos transportes que se consideram profundamente lesados com as alterações à rede viária efectuadas pela Administração da STCP que as «baptizou» de Nova Rede. Alguns ajustamentos foram até posteriormente efectuados neste plano, dando razão às justas reclamações dos utentes que continuam determinados em continuar a exigir outras necessárias correcções à Nova Rede e um serviço público de transportes digno ede qualidade. Foram aprovadas moções de solidariedade na Assembleia Municipal e Assembleias de Juntas de Freguesia, o Comércio local também se solidarizou e a própria Igreja seguiu este exemplo.
O Tribunal não conseguiu provar nenhuma das três acusações atrás referidas, pelo que o delegado do Ministério Público nas alegações finais pediu uma «admoestação» para os activistas, não vislumbrando qualquer outra pena dado que efectivamente não existia matéria para tal. O próprio comandante da força policial que acompanhou a marcha declarou que a mesma decorreu ordeiramente e sem percalços. Não foi esse no entanto o entendimento de quem presidiu ao Tribunal e que optou pela condenação, ainda por cima de carácter pecuniário, sabendo de antemão das dificuldades económicas dos três jovens. Não conheço obviamente as íntimas razões subjacentes a esta decisão, mas tenho, isso sim, conhecimento de outros casos na ordem do dia de perseguição a activistas sindicais, a professores e até a uma jovem com filiação partidária, situações estas que, no seu conjunto, deixam um «rasto» de mau estar no pleno e livre exercício da cidadania. Não se compreende que num País, onde se lamenta a falta de participação cívica por parte dos cidadãos, se leve a tribunal os que ordeiramente protestam e se indignam quando verificam a violação dos seus direitos. Ouvimos dizer, já com uma certa frequência, que a Justiça está em crise, pois sãodo conhecimento geral «incompreensíveis desfechos» de alguns julgamentos mais ou menos mediáticos. No entanto e para que decisões como estas não empobreçam a democracia ou até possam fazer «escola», não devemos baixar os braços, como sugere o mais alto magistrado da Nação, mas sim contribuirmos para melhorar o nosso sistema judicial dignificando todos os que nele trabalham ao serviço da população portuguesa. Os advogados destes três jovens já recorreram da sentença e por este meio manifesto a todos publicamente a minha solidariedade e apoio na expectativa de que finalmente seja feita Justiça.

quinta-feira, 17 de julho de 2008

Nota à Comunicação Social

Aumento do preço dos bilhetes nos transportes públicos de passageiros

O Movimento de Utentes dos Transportes da Área Metropolitana do Porto
manifesta o seu desagrado e repúdio pelo aumento dos preços das
viagens nos transportes públicos, verificado no dia 1 de Julho de
2008, por considerar não existirem razões objectivas que fundamentem
esta decisão do Governo.
Não se compreende o porquê do aumento dos preços nos transportes
públicos da Área Metropolitana do Porto (STCP, Metro e CP) atendendo a
que, o aumento dos combustíveis não influi de forma imediata nas
fontes de energia que os mesmos utilizam.
E tanto mais incompreensível é o agravamento dos preços dos bilhetes
dos transportes públicos quanto, numa situação como a que hoje
defrontamos de aumentos significativos dos preços dos bens essenciais
e duma inflação que a CE indica ser superior a 5%, o mesmo Governo,
condescendente com o aumento dos preços dos bens e serviços, não tem
mostrado disponibilidade para proceder a aumentos intercalares nos
salários e nas pensões.
Incompreensível é também o facto de o Governo ter atendido as
pretensões das empresas de transportes públicos de passageiros e nunca
ter mostrado disponibilidade para atender as reivindicações dos
utentes sobre os transbordos criados pela Nova Rede da STCP, sobre o
emaranhado de zonas tarifárias que deviam dar lugar ao sistema simples
de zonas por "coroa", sobre o sistema de bilhética de cartões pagos
pelo utilizador, sobre as viagens serem mais caras no Porto do que em
Lisboa, sobre a falta de transportes à noite e fins de semana, sobre
as dificuldades de utilização do sistema de transportes pelas pessoas
idosas que foram empurradas para a situação de "prisão domiciliária"
sem direito à mobilidade, sobre a falta de resposta às reclamações dos
utentes, etc., etc.
Também nos aumentos dos preços dos transportes públicos o Governo
favoreceu as empresas em prejuízo dos utentes, isto é, o elo mais
fraco, o qual, no entanto, aprenderá a lição e será o mais forte e
exigente na hora de colocar a cruz no boletim de voto.

MUT-AMP
Movimento de Utentes dos Transportes da Área Metropolitana do Porto

terça-feira, 17 de junho de 2008

MUT-AMP APOIA O BUZINÃO


Está agendado pra hoje à tarde um buzinão de protesto contra os aumentos de preços dos combustiveis.

O buzinão será - ao contrário da marcha lenta que invadiu o porto no dia 24 de Maio - um protesto descentralizado, pois será simultâneo em todo o país.




BUZINE! CONTRA A ANUNCIADA INTENÇÃO DO GOVERNO DE IMPLEMENTAR PORTAGENS NAS SCUT'S DO NORTE LITORAL.

ABAIXO OS AUMENTOS DE PREÇOS DOS PRODUTOS PETROLIFEROS!
NÃO AO AUMENTO DO CUSTO DE VIDA!


HOJE APARTIR DAS 18.00 NUM QUALQUER PONTO DO PAIS!

BUZINE ONDE ESTIVER!

domingo, 1 de junho de 2008

(MUT-AMP) APOIA O MOVIMENTO CONTRA AS PORTAGENS NAS SCUT

MOVIMENTO DOS UTENTES DOS TRANSPORTES DA ÁREA METROPOLITANA DO PORTO


O MUT-AMP expressa a sua compreensão e a sua solidariedade com o
movimento contra as portagens nas SCUT que vai realizar uma marcha no
próximo dia 24 (sábado, à tarde), que partindo de várias localidades
da Zona Norte terá como destino à Avenida dos Aliados, na cidade do
Porto.

O MUT-AMP entende esta acção no quadro da defesa de um direito
fundamental: o direito à mobilidade. Os activistas do MUT-AMP vão
estar presentes na acção do dia 24 de Maio testemunhando assim a sua
intenção de prosseguir activos e solidários na defesa de direitos
cívicos essenciais.

O MUT-AMP não desiste de se afirmar que é um movimento vocacionado
para a defesa da circulação das pessoas, denuncia os sucessivos e
continuados aumentos dos preços dos combustíveis que forçosamente irão
ter efeitos muito prejudiciais nos preços de transportes, bens e
serviços essenciais e, por isso, brevemente irá tomará uma posição com
expressão pública contra aqueles aumentos.

Cumprimentos.

O MUT-AMP

terça-feira, 18 de março de 2008

Assembleia Pública

Transportes públicos de passageiros na
Freguesia da Sra. da Hora
e no Concelho de Matosinhos

Com o Metro de Superfície pretendeu-se substituir o comboio da linha da Póvoa e na da Sra. da Hora criou-se um interface da Linha Azul até Matosinhos, da Linha Vermelha até à Póvoa de Varzim, da Linha Verde até à Maia e da linha Lilás até ao Aeroporto. A Estação do Metro da Sra. da Hora carece de infra-estruras adequadas à importância e ao número de passageiros que movimenta. Para que esta Estação sirva os utentes com qualidade e dignidade, propomos:
• Estação com cobertura total idêntica à da Estação do Aeroporto;
• Parques de estacionamento de automóveis em quantidade ajustada ao número de utentes;
• Sanitários públicos de acesso gratuito;
• Linhas de autocarros da STCP que liguem a Sra. da Hora às freguesias do Concelho de Matosinhos, à Maia, a Gondomar e ao Porto;
• Inclusão da Sra. da Hora na 1.ª coroa tarifária cujas fronteiras seriam entre a Fonte do Cuco e Vila Nova de Gaia;
• Sistema de bilhética simplificado com os movimentos e demais Informação visível para o utente;

O MUT-AMP convida a população a participar num Debate sobre transportes públicos de passageiros, a realizar no dia 18 de Março de 2008, pelas 21h30, na Sede da Junta de Freguesia da Sra. da Hora

segunda-feira, 10 de dezembro de 2007

COMÉRCIO JUSTO

O Que é o Comércio Justo?


O Comércio Justo e Solidário é “uma parceria comercial baseada no diálogo, transparência e respeito. Contribui para o desenvolvimento sustentável oferecendo melhores condições de comércio tendo em conta os direitos dos produtores e trabalhadores marginalizados, especialmente no Sul do mundo.”
(definição FINE)

Princípios do Comércio Justo

1. O respeito e a preocupação pelas pessoas e ambiente, colocando as pessoas acima do lucro (“people before profit”);
2. A criação de meios e oportunidades para os produtores melhorarem as suas condições de vida e de trabalho, incluindo o pagamento de um preço justo (um preço que cubra os custos de um rendimento aceitável, da protecção ambiental e da segurança económica);
3. Abertura e transparência quanto à estrutura das organizações e todos os aspectos da sua actividade, e informação mútua entre todos os intervenientes na cadeia comercial sobre os seus produtos e métodos de comercialização;
4. Envolvimento dos produtores, voluntários e empregados nas tomadas de decisão que os afectam;
5. A protecção dos direitos humanos, nomeadamente os das mulheres, crianças e povos indígenas;
6. A consciencialização para a situação das mulheres e dos homens enquanto produtores e comerciantes, e a promoção da igualdade de oportunidades;
7. A promoção da sustentabilidade através do estabelecimento de relações comerciais estáveis de longo prazo;
8. A educação e a participação em campanhas de sensibilização;
9. A produção tão completa quanto possível dos produtos comercializados no país de origem.

Para uma informação mais detalhada visite o site:
http://www.reviravolta.comercio-justo.org/

sexta-feira, 7 de dezembro de 2007

A CARGA DA BRIGADA LIGEIRA - PEÇA FACTURA

Olá a todos,

Enviaram para o nosso e-mail o link de uma excelente intervenção sobre as finanças de Portugal.


http://acargadabrigadaligeira.blogspot.com/2007/10/pea-factura.html

"Agente Único" com recibo foi uma das nossas iniciativas onde exigiamos o cumprimento da lei de forma igual para todos.

quarta-feira, 5 de dezembro de 2007

GRUPO PARLAMENTAR “OS VERDES” APRESENTOU UM CONJUNTO DE ADITAMENTOS À PROPOSTA DE PIDDAC PARA 2008

Foi nos gentilmente enviada a informação das propostas de aditamentos ao PIDDAC 2008 apresentadas pelo Grupo Parlamentar "Os Verdes" relativamente à nossa região sobre a temática da mobilidade.
Assim sendo transcrevemos o e-mail recebido.

"Exmos(as). Senhores(as),

Serve a presente para informar V. Exa que o Grupo Parlamentar “Os Verdes” apresentou um conjunto de aditamentos à proposta de PIDDAC para 2008, de que destacamos:


· Construção do primeiro troço de uma ciclovia ao longo da Estrada da Circunvalação;
· Prolongamento da linha do metro ligeiro até Vila D’Este;
· Remodelação das estações ferroviárias de Marco de Canavezes e de Livração na linha do Douro;
· Reactivação do tráfego de passageiros na linha de Leixões;
· Reactivação do funcionamento da estação ferroviária de Amarante;
· Recuperação e modernização das estações e apeadeiros da linha do Tâmega;
· Construção de variante à linha ferroviária do Minho na cidade da Trofa;
· Extensão da linha ferroviária sub-urbana Porto-Caíde até Marco de Canavezes.

Sem mais de momento, subscrevemo-nos com consideração,

Os Deputados do Grupo Parlamentar “Os Verdes”

Heloísa Apolónia
Francisco Madeira Lopes"


Saudámos todos aqueles que apresentam soluções para os problemas dos cidadãos e criticamos os que viram as costas a quem lhes permitem estar na governação deste País.

quarta-feira, 28 de novembro de 2007

MATOSINHOS HOJE - RAMPA DE ACESSO AO HOSPITAL PEDRO HISPANO - PROBLEMA DE DIFÍCIL SOLUÇÃO


Rampa de acesso ao Hospital Pedro Hispano
Problema de difícil solução
Utentes queixam-se da elevada inclinação da rampa de acesso ao Hospital Pedro Hispano. ULS diz que solução não é fácil.
O problema não é de agora, mas afecta sobretudo os idosos com mais dificuldade em subir a rampa de acesso ao Hospital Pedro Hispano. Apesar da proximidade dos transportes públicos (STCP, Resende e metro), na realidade, quem não tem automóvel tem mesmo de fazer o percurso a pé, desde a paragem à entrada do Hospital.
Tal como o “Matosinhos Hoje” verificou, subir aquela rampa de canadianas ou mesmo de cadeira de rodas não é tarefa fácil. O Hospital Pedro Hispano foi inaugurado a 20 de Março de 1997 pela então ministra da saúde, Maria de Belém. Todavia, a sua construção teve início cinco anos antes e nessa altura, segundo o actual presidente do Conselho de Administração da Unidade Local de Saúde de Matosinhos, não havia uma “sensibilização” para estas questões.
Segundo Nuno Morujão, “houve sempre uma preocupação, por reconhecermos que o acesso era inadequado às pessoas com deficiência e idosos”. Para minorar as dificuldades, foi colocado um corrimão em toda a rampa, os passeios foram alargados e foram instalados no lado direito (de quem sobe) dois locais cobertos com bancos. “Esta foi a forma encontrada para as pessoas não terem que fazer a subida de uma vez só e à chuva. Antigamente, não era possível chegar de automóvel e sair mesmo à entrada do hospital. Agora já se pode entrar sem apanhar chuva. Não é a situação ideal, mas melhorou muito”, afirma.
Quanto a alternativas, Nuno Morujão considera que o problema não é “insolúvel”, mas difícil. Há dois anos começou a estudar-se a possibilidade de ser criado um tapete rolante coberto. Todavia, os elevados custos de investimento e manutenção tornaram esta alternativa demasiado complexa.
Chegou também a ser equacionada a construção de um túnel, desde a rua até ao hospital. Uma solução que não se concretizou pela sua grande complexidade e orçamento.
De acordo com Nuno Morujão, houve ainda a proposta de autorizar a entrada de autocarros, mas “não tomamos uma posição sobre isso”.
Por entender que seria difícil fazer manobras com veículos de grande dimensão naquele local, decidiu pedir um estudo técnico sobre esta matéria.
O presidente da ULS considera ainda que as próprias colocações de paragens acabariam por interferir no tráfego de ambulâncias e outros veículos de emergência, tendo em conta que, diariamente, cerca de 400 pessoas acorrem ao serviço de urgência. “Há boa intenção, mas é preciso ter consciência da realidade”, explica. Todas as hipóteses em cima da mesa “não estão completamente de parte”, mas carecem de mais estudos e de mais tempo.
Quanto às queixas relativas ao pagamento do parque de estacionamento, o médico recorda que os primeiros dez minutos são gratuitos. Nuno Morujão diz ainda que não são os quem têm carro e dinheiro para gasolina que o preocupam, mas sim os que têm de recorrer aos transportes públicos para aceder ao hospital. “O parque não é uma fonte importante de rendimento do hospital, mas, por exemplo, foi com o dinheiro do parque que suportamos as pequenas obras nos acessos”, conclui.

Inqueritos
Mário Leite - 62 anos, Reformado
“Tenho que vir aqui ao hospital acompanhar a minha es­posa, pelo menos, uma vez por mês. Venho sempre a pé. É muito cansativo. A rampa é muito pesada. Se fossem dois ou três lanços, agora um...Ainda por cima só tem um banco para nos sentarmos. Era bom que resolvessem esta situação para os peões”.
Domingos Pereira - 77 anos, Reformado
“Venho aqui muitas vezes porque a minha mulher esteve internada nove semanas e agora vem para as consul­tas. Ela não qua­­se não pode an­dar. Como não pode subir esta ram­pa de canadianas, a minha filha têm que vir de carro até aqui”.
Fernando Coelho - 59 anos, Motorista
“Tenho de vir ao hos­pital duas ve­zes por dia por cau­sa do meu pai que está aqui internado. Apesar de vir de carro, tenho que subir a rampa a pé. O parque de estacionamento do hospital é mui­to caro e, por isso, deixo o carro no parque do metro, onde não se paga. Depois de subir esta rampa, chego cá cima atrapalhado. É muito inclinada. Não vejo solução, a não ser que ponham um elevador”.
Elisete Correia - 70 anos, Reformada“Venho muitas ve­zes aqui, ou para consultas ou para visitas. Venho de autocarro e depois subo a rampa a pé. Como fui operada ao coração, custa-me muito su­bir. Quando che­go lá cima parece que vou desmaiar. Procuro vir sempre com alguém para me ajudar a subir. Às vezes, tenho que me agarrar à grade e esperar que passe esta dor no peito. Isto não tem jeito nenhum. É pena, porque é um hospital muito bom”.


http://www.matosinhoshoje.com/index.asp?idEdicao=338&id=16604&idSeccao=2821&Action=noticia